DEPOIMENTOS

Patrícia Braz, DF

A Chris é essa pessoa que te impressiona no momento em que você a vê pela primeira vez. Uma presença tão singular que vc se pergunta: de onde veio essa mulher?? Que energia é essa?? E depois você a conhece e percebe tantas outras profundidades, nas quais ela navega com alegria e força, mas também vulnerabilidade, sensibilidade e transparência. Como professora, tem a rara capacidade de ensinar sem palavras, apenas com a movimentação hipnotizante de seu corpo, não raro provocando uma orquestra de suspiros na sala! Quem já teve aulas com ela sabe do que estou falando!!!

Samuel, SP

Meu nome é SAMUEL Estou fazendo as aulas de Kinomichi para iniciantes, pela internet. 
Tenho 80 anos e reencontrei a alegria da expressão corporal. 
Me rejubila a alma estes encontros tão livres, leves e soltos. 
Sei que o caminho é longo ... mas a felicidade está em caminhar.

Kamyla Matias, RN

Ainda me lembro da primeira aula que fiz com a Chris, relembro a sensação de me sentir aberta só de a observar dançando. Sempre muito generosa, leve, intensa, criativa, pulsante. A sua metodologia em sala de aula é única. Maestra do caminho da energia, ela transborda uma alegria contagiante em compartilhar seus ensinamentos, fazendo qualquer corpo encontrar prazer em mover-viver. Na oportunidade de dividir com ela a produção do espaço Rampa, lugar de Criação por quase três anos, pude aprender profundamente com sua majestosa resiliência, lidando com os desafios do cotidiano sempre com muito afeto e cuidado com todes. Sem dúvidas, tê-la como parceira de vida e projetos é um presente que levo pra vida. Que o seu trabalho chegue a mais e mais pessoas, pois a sua arte transforma.

Ana Paula, SP

Foi no Rio que eu descobri o Kinomichi. Elegante, trajada de branco, a Rampa me fez entender tudo o que nele envolve: estrutura, leveza, encontro. Ali soube que não mais deixaria de vivê-lo, saboreá-lo. A alegria e a liberdade que nele se cultiva era meu norte: e este caminho me traria muitas outras revelações, como é a descoberta da vida em si. Rio e Rampa: mergulho no mar, mergulho no corpo, mergulho no outro. Ipanema em total segurança – porque é mais forte o círculo que a arma. Porque vida é feita mais de costuras do que recortes – espirais de epifanias: sorriso, suplesse, simplicidade, sopro. À Rampa, isso nunca lhe faltou. Sensualidade. Espiritualidade. E ela se estendeu: como convite aos iniciados, a passagem dela para a casa da Chris, um dojô como morada, nos conduzia com a mesma gentileza de um sanchi: você me abre o corpo que eu te abro o mundo. Corpo é templo. A ele não se curva, a ele se eleva, se aspira, de peito aberto: mestre Noro nas palavras da Chris. No meu vocabulário, Kinomichi é música, é mata, é mar... água, fogo, terra e céu. Por ele soube que vertigem é sinônimo de transmutação, não de queda. Que vulnerabilidade é passagem, não destruição. Que harmonia é movimento, espaço, troca. E não uma portentosa fortaleza que retém o corpo. Porque é relacional, em mim o Kinomichi veio pra ficar. Se doando, qualquer dor passa. “Libere-se”.

Lucimara Rett, RJ

Com conhecimento profundo e amor ao Kinomichi, a Chris nos convida à estesia junto aos elementos e ao fluir pelas espirais energéticas do universo e do nosso próprio corpo, macro e microcosmos em movimentos síncronos que nos trazem leveza e alegria. Iniciei as aulas há pouco tempo, antecedidas por uma breve prática de osteopatia com a Gisele, e já sinto benefícios físicos e emocionais. Agradeço! <3

DISCURSOS

Depoimentos
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